Baal : O deus das abelhas e de tudo que voa
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Minha experiência com Baal
Faz-se um uso prático de Baal buscando se conectar com o princípio de fecundidade, de fertilidade da vida, tendo em mente o caráter divino de Baal, visualizando-o como uma abelha. Suas cores são amarelo e preto. Alguns espíritos tem como presente preferido este reconhecimento do seu caráter divino.
Algumas informações apresentadas aqui foram obtidas por meio de consultas a espiritualidade via The Saint e por meio de consultas ao gênio espiritual Nitibus. As respostas a estas consultas se manifestam de maneira compreensiva e intuitiva na forma de lampejos e clarões que são posteriormente interpretados. Estas informações estão mescladas com informações históricas.
Baal era a princípio um deus Cananeu e era cultuado juntamente com outros deuses incluindo Yawheh, El e Aysherah. Esta última chegou a ser consorte de Baal e do próprio Yahweh. Baal é o deus da fecundidade, da fertilidade, do crescimento, do florescimento, da frutificação, da abundância. Portanto, muito ligado a agricultura e criação de animais, algo muito importante e valorizado pelos primórdios e populações camponesas. No entanto, Baal é também o deus da putrefação, da destruição, senão da renovação, se referindo ao fato de que os frutos apodrecem. Ele também rege o apodrecimento dos frutos, da matéria orgânica, enfim a transformação. E neste caso é visto como Baal-Zebu, tratando de uma face mais sombria do mesmo, ligada a própria renovação da vida. Baal é a expressão divina da fecundidade, da fertilidade e da abundância. Deus de tudo que voa, deus das abelhas e diz respeito a importância que assume os insetos nos processos de fecundação por meio da polinização.
Como Baal gosta de ser visualizado? Como fazer um uso efetivo, eficaz e eficiente do deus Baal?
Baal sempre foi visto como um deus. Embora o Ars goetia o tenha popularizado como daemon ou ainda como um demônio, Baal gosta de ser visualizado como um deus, mas um deus das coisas que voam, ou seja, deus dos pássaros, insetos, aviões, paraglainers, baloeiros etc. Aconselha-se visualizar Baal como uma abelha. Eu mesmo em meus rituais o visualizo como tal.
Qual o presente preferido de Baal?
Relacionado a abelhas, Baal gosta de coisas doces como frutas, flores, sucos, doces, balas, mel, açúcar etc. No entanto, há quem diga que ele gosta de vinhos secos e meio secos. Você não precisa oferecer mais do que isso e também não precisa ser em grandes quantidades. Pode-se até mesmo oferecer a experiência sensorial, ou seja, comendo algum destes itens enquanto olha para o sigilo. Há quem diga que é até mesmo preferível agir desta forma.
Você pode usar Baal para conceber, crescer, desenvolver, frutificar e para prosperar. Baal tem a energia da Imperatriz e do Imperador que faz crescer e concretizar. Trata-se de uma energia bastante positiva e tranquila. Existem magos que dizem que Baal é muito versátil e pode ser usado para vários propósitos. Faz-se um uso prático de Baal buscando se conectar com o princípio de fecundidade, de fertilidade da vida, tendo em mente o caráter divino de Baal, visualizando-o como uma abelha. Suas cores são amarelo e preto. Alguns espíritos tem como presente preferido este reconhecimento do seu caráter divino.
Ritual com Baal
Para realizar um ritual com Baal você pode vai precisar:
– Do sigilo de Baal,
– De uma vela de 36 g partida ao meio;
– De um copo com água;
– Algo doce como um doce de frutas, acúcar, balas, mel, rapadura etc;
– Opcionalemtne flores e
– Opcionalmente de uma vela para o servidor The Saint,
– Opcionalmente do sigilo de The Saint
Primeiramente, faça um banimento mais severo como o da esfera do caos ou da Estrela. Este banimento não é para se proteger de Baal, mas para que energias intrusas não intefira em seu ritual. Depois abra o círculo mágico e medite com o sigilo de The saint, oferte uma vela a The Saint ao lado do sigilo de The Saint, desenhado num papel em branco. Peça a The Saint para te mostrar como se conectar de forma segura e feliz com Baal. Medite com o sigilo de Baal, oferte as velas, o doce a Baal, isso depois de consgrá-los e por fim, faça seus pedidos. Você pode consagrar os objetos colocando suas mãos sobre os objetos e dizendo: “Purifico, consagro e oferto tal objeto (fale o nome do objeto) a Baal’. Ao terminar, despeça-se de Baal, conceda licença para partir. Quando as velas terminarem de queimar desfaça o altar. O material plástico descarte no lixo comum e o material orgânico em área de drenagem, na natureza.
Dicas
Seja educado, respeitoso, zeloso e honesto. É o mínimo que você deve ser com alguém com um aliado, com alguém que se propõe ou pode realizar algo importante para você. Se vai oferecer uma bebida, ofereça uma que você aprecie. Por exemplo, se você só bebe água filtrada ou um determinado vinho de melhor qualidade, não ofereça água da torneira, em copo sujo que você desaprovaria ou um vinho que você detesta só porque é para um poder mágico. Do mesmo modo, não ofereça café frio que você não beberia ou comida estragada que você desaprovaria. Esteja comprometido com a realização dos seus pedidos, dos seus intentos e sonhos até mesmo nos detalhes. O deus vê o quanto você se comprometeu com seu ritual por meio dos seus olhos.
Se um dos presentes preferidos a alguns espíritos é a afirmação do seu caráter divino, não o veja como um ser inferior, um demônio, um falso deus etc. Geralmente os poderes mágicos não gostam de ser tratados desta forma. Se em nível inconsciente você o vê como tal ou tenha isso como pressuposto, sugiro trabalhar suas sombras. Neste sentido você pode conseguir excelentes resultados com alguns servidores como The Devil ou com os gênios espirituais. No mesmo sentido, não faça exigências. Isso é próprio do Ars goetia que trata-se de um método violento, retrógrado e preconceituso de se conectar com os poderes mágicos. Este método medieval parte do pressuposto que os poderes mágicos são obrigados a nos servir até mesmo quando não podem ou não querem. Este método discrimina alguns poderes mágicos divinos e os tem mediante o pressuposto de que são demônios, que são inferiores até mesmo aos seres humanos. Aproximar-se dos poderes mágicos de maneira preconceituosa ou de maneira arrogante pode trazer resultados negativos.
Como foi minha experiência com Baal
Minha primeira experiência com Baal data de 2022 e foi meio perturbadora. Usei o método Goétia pathworking e me aproximei com medo, vendo-o como um ser inferior, achando que iria me prejudicar. E ele veio muito furioso. Lembro que meu primeiro contato ele veio na forma de um rolo compressor de tal forma que sentia tudo estremecer ao meu redor. Talvez estivesse tentanto me testar. No entanto, os rituais posteriores foram tranquilos. Só recentemente me ocorreu em trabalhar com ele novamente. Isso porque uma consultante me solicitou ajuda para uma questão profissional e Astaroth me indicou Baal, me mostrando que existia um muro na vida profissional desta mulher e que deveria ser quebrado e destruído. Então por isso, resolvi me aproximar depois de quase 3 anos. E para isso busquei junto a The Saint e Nitibus a maior quantidade de informação a respeito do mesmo. Estas informações me trouxeram uma visão mais justa a respeito de Baal como o princípio de fecundidade e fertildidade e acredito que por conta disso, o contato foi muito positivo. Estou com Baal há 15 dias e não há uma queixa sequer, pelo contrário. De fato muito pacífico, orientador, ofercedor de profundas compreensões. Sinto nele uma vontade de aconselhar, de orientar, de explicar de maneira muito paciente. Tem a energia de um pai meio sério, mas bastante paciente e seguro. Geralmente tem atendido rápido. Na minha experiência trata-se de um deus para o cotidiano, para se conectar todo dia logo ao amanhecer.
Por quê retirei o círculo que estava ao redor do sigilo?
Estou retirando os círculos de alguns sigilos. Nitibus e também Ose me revelaram que todo poder mágico tem origem no infinito, na divindade e os círculos, triângulos etc servem para restringir, para conter um poder demoníaco, do mal. Então vejo o uso destes círculos como algo desrespeitoso, uma atitude de grosseria com a referida entidade. A espiritualidade via The Saint tem me mostrado algo também em relação a estas cruzes presentes nos sigilos. Em alguns casos, todas as vezes em que pedi a espiritualidade para me mostrar como me conectar de forma segura, efetiva e feliz com determinado daemon, ela me sugeriu sumprimir estas cruzes, ou seja, ao meditar com o referido sigilo procurar desviar a atenção, não meditar com a cruz. Foi assim com Baal, Gremory, Orobas e Dantalion. No entanto, ainda não tenho segurança para retirar as cruzes.
Assim como Astaroth, Baal é citado no velho testamento. O velho testamento pode servir de referência, traz um rico material para se entender como tem início o processo de negação, de demonização de Baal e outros deuses e perseguição a seus adeptos, fruto da intolerância religiosa que infelizmente acabou se tornando algo estrutural e muito bem enraizado em nossa cultura e por isso, difícil de combater. Essa intolerância trouxe ao longo dos séculos inúmeros derramamentos de sangue e extermínio de culturas inteiras. Diante de uma perspectiva espinozista, o mal não existe o que é existe é o mau uso que faz das coisas e das coisas que nos ocorrem. No mesmo sentido, demônios não existem, o que existe são processos de demonização. Estes sim são cruéis, são fascistas, primam pela total aniquilação do outro, são muito vigentes nos tempos atuais e devem ser denunciados e combatidos. Lembre-se sempre de respeitar as leis brasileiras e respeitar o direito de outras pessoas e seres.



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